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Seguros para PME – Qual a importância

O tecido empresarial português é maioritariamente constituído por pequenas e médias empresas (PME), que são responsáveis por mais de 70% dos empregos em Portugal.

Estas empresas têm características e riscos específicos e, por isso, existem diversos aspetos a ter em conta quando se fala na proteção de uma empresa. Além dos seguros obrigatórios por lei, como os acidentes de trabalho, o empresário deve também avaliar quais as necessidades da sua empresa e do seu negócio, dos seus colaboradores, património e da própria atividade. É importante evidenciar que as necessidades de subscrição de seguros são variáveis consoante o tipo de empresa, a dimensão e o grau de relevância que o negócio assume. O facto de se tratar de uma pequena ou média empresa não significa que a exposição ao risco não seja grande, pelo que a contratação abrangente dos seguros assume um papel fundamental.

O tecido empresarial português é maioritariamente constituído por pequenas e médias empresas, que são responsáveis por mais de 70% dos empregos em Portugal. As PME têm um peso substancial no plano económico de Portugal. Estas empresas têm características e riscos específicos, como tal, procuram cada vez mais soluções adequadas à sua dimensão e à sua atividade económica que lhes possam dar garantias e segurança tanto ao nível da proteção do património como na área da responsabilidade civil ou dos seguros pessoais, como, por exemplo, acidentes de trabalho, acidentes pessoais, saúde e fundos de pensões.

Fomos, por isso, perguntar às seguradoras qual é a receptividade das PME à subscrição de seguros que cubram os riscos da atividade. Na opinião de Teresa Brântuas, diretora de produto da Allianz Seguros Portugal, “estamos a evoluir na oferta de soluções direcionadas para o tipo de cliente PME. Soluções essas que incluam proteção a riscos a que as empresas estejam mais expostas, a utilização de meios de prevenção de acidentes e serviços que assegurem a continuidade do negócio em caso de incidentes com bens móveis e imóveis da empresa”. Segundo a responsável, a receptividade a soluções específicas que se adaptem às características e riscos deste tipo de cliente é elevada.

Na opinião de Carlos Silva, diretor de oferta da Tranquilidade, “as empresas têm uma grande receptividade na subscrição do multirrisco estabelecimento ou industrial, pois são produtos essenciais para o desenvolvimento da sua actividade. Só com uma adequada proteção contra os riscos que podem afetar a atividade é que uma empresa pode funcionar sem sobressaltos e prosseguir o seu objetivo primeiro, que é a satisfação dos seus clientes”.

Para Mariana Londrim, responsável do segmento PME da AXA Seguros, as PME têm assumido um maior destaque no mercado português em virtude do seu potencial de crescimento. “A este crescimento está associado também algum risco, fazendo com que os empresários estejam mais cientes da necessidade de terem o seu negócio protegido em caso de acontecer um imprevisto”. Na opinião da responsável, “os seguros para este segmento são um investimento fundamental, pois asseguram a proteção da empresa, do empresário e também dos seus colaboradores (“employee benefits”), permitindo que o seu negócio se desenvolva em maior segurança”.

Artur Lucas, diretor de marketing e comunicação da Zurich em Portugal, alerta que “não existe propriamente uma solução de seguros única para as pequenas e médias empresas, sendo que o mercado segurador ajusta a sua oferta mediante a disponibilização de um conjunto de coberturas mais ou menos alargado em face da sua estratégia e posicionamento no mercado”. Assim, considera, as empresas continuam a incluir a gestão e proteção dos riscos da sua atividade nos seus respetivos planos anuais. “Complementando a subscrição dos riscos tradicionais, como são o caso dos acidentes de trabalho, automóvel e patrimoniais, temos assistido a uma progressiva subscrição de outros contratos que visam a proteção financeira dos seus ativos ou mesmo as responsabilidades que possam ser imputáveis aos empresários pelo desenvolvimento da sua atividade e, ainda, a título de benefícios, os seguros de saúde, poupança ou investimento”.

Para Sérgio Carvalho, diretor de marketing produtos e canais da Fidelidade, “exclusivamente para as PME, têm um conjunto alargado de seguros e serviços, que permitem aos clientes o acesso a soluções simples, flexíveis e adaptáveis à dimensão, ciclo de vida e setor de atividade de cada negócio”. Na sua opinião, a solução de proteção adequada deverá passar pela proteção das pessoas, do património e das responsabilidades, sendo que alguns desses seguros são legalmente obrigatórios”.

Susana Pascoal, responsável da direção de marketing e inovação da Lusitania Seguros, considera que, “sendo a continuidade do negócio e a segurança um fator determinante para o desenvolvimento e sucesso de qualquer projeto empresarial, temos soluções de proteção ajustadas à dimensão e atividade específicas das empresas portuguesas”. Acrescenta que a oferta de seguros é customizada, uma vez que a realidade de cada empresa é única, podendo empresas com a mesma atividade apresentar comportamentos de riscos completamente diferentes. “Cada situação é analisada por uma equipa especializada, sendo proposta uma solução de seguros que assegure a continuidade dos negócios e definido um cabaz de seguros que responda às necessidades de cada realidade empresarial”, destaca. “Transferir riscos para a seguradoras” Vivemos, nos últimos anos, uma forte crise económica, com muitas empresas a fecharem e outras a reduzirem drasticamente os seus recursos humanos face à redução do volume de negócios associado. As PME, numa lógica de poupança, equacionam a redução de custos, optando assim, muitas vezes, por anular ou não subscrever apólices de seguros não obrigatórios.

António Carvalho, responsável de empresas e negócios especiais da Liberty Seguros, considera “ser fundamental que as empresas tenham consciência de que a redução de custos na área dos seguros poderá conduzir, por razões alheias à própria vontade, a desfechos catastróficos para a sua própria sobrevivência, em caso de ser atingida por um sinistro grave”.

É por isso importante, considera, que os responsáveis das PME “tenham presentes quais os riscos envolvidos na atividade que desenvolvem e que transfiram para uma seguradora todos esses riscos, porque só assim veem garantida a continuidade do seu negócio face a um qualquer sinistro”. “No entanto, também gostava de referir que há setores específicos do nosso tecido empresarial e das PME em particular que, fruto da sua internacionalização e dos compromissos assumidos com o mercado, mostram grande disponibilidade para subscreverem apólices de seguro que lhes garantam minimizar eventuais constrangimentos financeiros em caso de sinistro”, alerta António Carvalho.
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