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seguro de crédito

As empresas com seguro crédito estão mais protegidas na internacionalização

Responsabilidades assumidas pela COSEC totalizavam 1,3 mil milhões de euros em 2014

As empresas com seguros crédito estão mais protegidas na exportação de bens e serviços. Assim, para além de todas as mais-valias do seguro de crédito ‘tradicional’ – quer este seja para salvaguardar as vendas a crédito no mercado nacional e/ou à exportação – “o Estado Português criou ainda condições de apoio às empresas portuguesas, no que respeita à exportação, assim como os bancos que eventualmente financiem estas mesmas operações, destaca Marcos Polónia.

Acrescenta, “podem ser consideradas operações individuais de exportação de bens e/ou serviços, de valor mínimo de 20.000 euros, desde que tenham incorporação nacional (normalmente superior a 30%), para países “Fora da OCDE”, mais Turquia, México e Grécia”. A cobertura assume também outras salvaguardas de risco. Assim, “está coberto não só o incumprimento do comprador (publico ou privado), como também estão cobertos os riscos políticos, os riscos monetários e os riscos catastróficos. A percentagem em caso de indemnização é também normalmente superior à das ‘apólices tradicionais’, que de uma forma geral, se situa nos 98%”.

O Estado quis assim criar condições de aposta nas exportações, não só para criar o efeito positivo na nossa balança comercial, mas principalmente para tornar as empresas mais exportadoras no seu ADN.
Na opinião de Rita Lacerda, “as empresas portuguesas que têm seguro de crédito procuram a internacionalização com o apoio e conhecimento de uma entidade que conhece os mercados, que pode potenciar as suas vendas mas também responderá em caso de incumprimento dos seus clientes”. Acrescenta, a internacionalização aumenta os riscos de as empresas se não conhecerem os mercados, os potenciais clientes. “Com o seguro de crédito as empresas portuguesas têm não só o amparo de uma entidade que garante as vendas aos seus clientes, mas também transforma uma venda a um cliente desconhecido numa venda controlada a um cliente com boas informações de risco e com um eventual ressarcimento em caso de incumprimento”, destaca.

Para José Carlos Melo Silva, “o seguro de crédito tem vindo a desempenhar um importante apoio às empresas exportadoras portuguesas, protegendo-as de situações de incumprimento por parte dos seus clientes, mas este apoio pode ser cada vez mais determinante, se o recurso a este produto, como forma de proteção e prevenção do risco de não pagamento, aumentar por parte das nossas empresas, à semelhança do que sucede, por exemplo, no mercado espanhol, que tem das mais elevadas taxas de penetração do seguro de crédito”. Na sua opinião, “com uma apólice de seguro de crédito, as empresas exportadoras passam a ter um parceiro que as apoia. Destaca-se o acesso às maiores bases de dados empresariais mundiais; o conhecimento dos respetivos mercados; a avaliação da capacidade de solvência dos clientes ou potenciais clientes; e a rapidez na avaliação dos pedidos e recuperação do crédito”.

Miguel Gomes da Costa destaca a atividade da COSEC, “por conta e ordem do Estado, como um importante apoio que presta às empresas portuguesas na abordagem aos mercados de risco político e, em particular, através da linha de crédito de mil milhões de euros para países fora da OCDE”. O responsável da COSEC alerta para o facto de estes mercados apresentarem “elevadas taxas de crescimento e boas oportunidades, mas também apresentam maior risco”. Assim, a COSEC disponibiliza um conjunto diversificado de produtos com garantia do Estado para a cobertura dos riscos ligados à exportação e ao investimento, cujas responsabilidades assumidas totalizavam, no final do ano passado, 1,3 mil milhões de euros.

Para Paulo Morais, da Crédito y Caución, “as empresas nacionais sentem cada vez mais a necessidade de explorar novos mercados, que surgem como sendo mais apetecíveis, como é o caso de alguns mercados africanos, latino-americanos ou asiáticos. Contudo, ao entrar num mercado ‘desconhecido’, as organizações sentem também a necessidade de minimizar ao máximo os riscos associados”. Acrescenta, “sendo desconhecidos, estes mercados representam um risco ainda mais elevado quando se vende a crédito. Esta realidade é mais notória no que se refere às pequenas e médias empresas, que não se podem dar ao luxo de correr riscos desnecessários, como o insucesso de cobrança, sendo atualmente estas as que mais valorizam seguro de crédito”•

in VidaEconómica

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